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segunda-feira, 18 de outubro de 2010

APRESENTAÇÃO

GRUPOS/ELEMENTOS
PATRIMÓNIO
A.       Anabela; Vanessa; Telma; Maria Alice (Porta-voz)
BOMBEIROS VOLUNTÁRIOS
B.       André Vargas; Manuel João; Ana Alves; Andreia (Porta-voz)
ESTATUÁRIA
C.        Diana Dias; Sónia Cordeiro; Ana Lourenço (Porta-voz)
CAPELA SÃO SEBASTIÃO
D.       Tatiana; Maria Inês; Ricardo Fernandes; Juliana (Porta-voz)
CASA CAPITÃO MENDONÇA
E.       Marco; Ivo; Jaime; Ricardo Esteves (Porta-voz)
TORRE DO RELÓGIO



Somos uma turma do nono ano da Escola Básica e Secundária de Alfândega da Fé.
O nosso professor de Área de Projecto lançou-nos o desafio de pesquisar algum património da nossa terra e publicá-lo na Web. Aceitamos o desafio.
Espero que gostem.

CAPELA SÃO SEBASTIÃO - promenores do interior





CAPELA SÃO SEBASTIÃO, FACHADA

Exterior da Capela
Fachada

CAPELA SÃO SEBASTIÃO, GRUPO C

Promenores do exterior da capela




CAPELA SÃO SEBASTIÃO - SÃO CAETANO




São Caetano,  fundador  da Ordem dos Caetanos ou Teatinos, nasceu em  1480, em Vicenza, de pais  ilustres  e  virtuosos. Logo após o batismo, foi a criança,  pela mãe oferecida e  consagrada à Santíssima Virgem. Não ficou sem efeito a oração de sua mãe. 
Desde  pequeno Caetano mostrava grande amor à oração a obras de caridade.  Exemplar em tudo, era entre os  companheiros de infância chamado "o Santo".  
Mais  tarde fez os estudos, doutorou-se em direito civil e  eclesiástico e  do Papa Júlio II recebeu a  ordenação sacerdotal.   Morto este Papa, Caetano voltou à sua terra  e  dedicou-se quase exclusivamente ao serviço hospitalar. Sua única  ambição era  salvar almas. O povo dizia: "Caetano no altar é Anjo, no púlpito Apóstolo". Não perdia  ocasião de  conduzir almas a  Deus Nosso Senhor, o que lhe importou o apelido: "Caçador de almas" . 
Na segunda viagem a Roma, fundou, com três companheiros, uma nova Ordem, cujo plano era:  A santificação própria, combater a  tibieza e  ignorância entre o clero, regenerar  os costumes da sociedade, observar escrupulosamente as  cerimônias litúrgicas, restabelecer  o respeito e  reverência na casa de Deus, exterminar as heresias e assistir aos doentes moribundos;  numa  palavra: - praticar a  verdadeira ação apostólica
Os companheiros co-fundadores da Ordem, foram: 1.  Bonifácio de Colli, sacerdote do Oratório,  reunia qualidades semelhantes a do seu amigo Caetano. Amabilidade, serenidade e doçura, faziam de si homem repleto do amor de Deus. 2.  Paulo Consiglieri, pertencia à família Chislieri, da qual sairia mais tarde o Papa São Pio V (Antônio Chislieri).  3. João Pedro Carafa, bispo da Igreja, dotado de habilidades diplomáticas e prestígio incomparável.  Os Papas lhe confiaram diversas missões, dentre as quais, planos de reforma  empreendidas pela cúria romana. A urgência de levar a Igreja a uma transformação radical e necessária foi que levou-o a  conhecer o belo projeto de São Caetano, a quem humildemente pediu admissão como companheiro na Ordem. Trinta anos depois, veio a assumir o trono pontifício com o nome de Paulo IV, em cujo pontificado permaneceu de 1555 a 1559.                                                                                                                             
Aos religiosos deu uma regra, que os obrigava à perfeita pobreza, proibindo-lhes não só aceitar a  mínima recompensa  pelos trabalhos, mas  vedando-lhes até pedir esmola.   Por mais rigoroso que isto o parecesse, houve muitos  que pediram ser aceitos como membros da nova Ordem. A primeira casa foi fundada  em Roma. Um ano depois a  invasão do Exército Imperial fê-los sair da Cidade  Eterna. Uma segunda casa  foi fundada em Nápoles. Devido à intervenção enérgica de Caetano, a heresia luterana não conseguiu tomar pé naquela cidade. 
Apóstolo do bem, era Caetano de  extremo rigor contra si mesmo. A vida era-lhe o jejum contínuo, uma penitência  sem fim. Verdade é que,  nisto não lhe consistindo a santidade, Deus o distinguiu com privilégios e  dons  extraordinários. Muitas  vezes  teve  aparições de  Nossa Senhora, das quais  a  memorável foi a  da noite de Natal, em que Maria Santíssima  se  dignou   apresentar-lhe o Divino Infante.  Contam-se  às centenas  as  curas maravilhosas  feitas  pela oração do santo servo de Deus. Em muitas  ocasiões predisse o futuro, com uma certeza  tal, que não deixou dúvida de  tê-la recebido diretamente de Deus. 
A série de  obras de caridade para com o  próximo quis Caetano rematá-lo com uma, que lhe mereceu a  gratidão do povo de Nápoles. As autoridades  civis  e eclesiásticas de Nápoles  tinham  resolvido  estabelecer  o tribunal da  Inquisição, para ter uma arma forte contra a  heresia  que vinha da Alemanha. O povo se opôs a  esta  idéia  e  a  tal ponto chegou sua  excitação, que era para se recear um levantamento geral. Os homens  mais influentes em  vão se esforçavam  para tranqüilizar a população. São Caetano, prevendo o enorme prejuízo que daí resultaria  para as almas, ofereceu sua vida a Deus, pedindo-lhe que  a  aceitasse, para que fosse conservada a paz e  concórdia  entre o povo e as autoridades. Deus aceitou o sacrifício. Caetano adoeceu gravemente e morreu. Imediatamente amainou a tempestade e  os espíritos se acalmaram, fato que todos atribuíram  à intervenção do Santo.  As últimas palavras  que disse  foram:  " Não há outro caminho para o céu, a não ser o da inocência e  o da penitência.  Quem abandonou  o primeiro, tem de trilhar o segundo".  Caetano morreu em  1547.  

CAPELA SÃO SEBASTIÃO - Sagrado Coração de Jesus


Sagrado Coração de Jesus é uma devoção praticada pela Igreja Católica que se comemora todas as primeiras Sextas-feiras de cada mês. Consiste na veneração do Coração de Jesus.
A origem desta devoção deve-se a Santa Margarida Maria Alacoque, uma religiosa de uma Congregação conhecida como Ordem da Visitação. A Santa Margarida Maria teve extraordinárias revelações por parte de Jesus Cristo, que a incumbiu pessoalmente de divulgar e propagar no mundo esta piedosa devoção. Foram três as aparições de Jesus: A primeira, deu-se a 27 de Dezembro de 1673, a segunda em 1674 e, a terceira, em 1675.


Jesus deixou doze grandes promessas às pessoas que, aproveitando-se da Sua divina misericórdia, participassem das comunhões reparadoras das primeiras sextas-feiras. Disse Ele, numa dessas ocasiões a Santa Margarida: "Prometo-te, pela Minha excessiva misericórdia e pelo amor todo-poderoso do meu Coração, conceder a todos os que comungarem nas primeiras sextas-feiras de nove meses consecutivos, a graça da penitência final; não morrerão em minha inimizade, nem sem receberem os sacramentos, e Meu Divino Coração lhes será seguro refúgio nessa última hora".
Não se sabe quem compôs a lista com as 12 promessas do Sagrado Coração de Jesus, tiradas das revelações de Nosso Senhor a Santa margarida Maria Alacoque. Sabe-se só que é fidedigna –as promessas estão de fato contidas nas revelações – e que o trabalho anônimo foi de grande mérito e utilidade.
M. Kemper, um modesto comerciante de Dayton, cidadezinha norte-americana, iniciou, em 1882, um trabalho de ampla divulgação delas.
A partir desta primeiro impulso, tiveram propagação mundial. Normalmente são conhecidas como as 12 Promessas do Coração de Jesus, a mais importante das quais, é a 12ª, chamada a GRANDE PROMESSA.

CAPELA SÃO SEBASTIÃO - Nossa Senhora de Fátima


Nossa Senhora de Fátima (ou Nossa Senhora do Rosário de Fátima) é uma das designações atribuídas à Virgem Maria que, segundo os relatos da época e da Igreja Católica, apareceu repetidamente a três pastores, crianças na altura das aparições, no lugar de Fátima, tendo a primeira aparição acontecido no dia 13 de Maio de 1917. Estas aparições continuaram durante seis meses seguidos, sempre no mesmo dia (exceptuando em Agosto). A aparição é associada também a Nossa Senhora do Rosário, sendo portanto aceito a combinação dos dois nomes - dando origem a "Nossa Senhora do Rosário de Fátima" - pois, segundo os relatos, "Nossa Senhora do Rosário" teria sido o nome pelo qual a Virgem Maria se haveria identificado, dado que a mensagem que trazia consigo era um pedido de oração, nomeadamente, a oração do Santo Rosário.
Fecha o ciclo de aparições iniciado em Paris, como Nossa Senhora das Graças, sucedida pela aparição em La Salette e Lourdes.

CAPELA SÃO SEBASTIÃO - São José



José é um personagem célebre do Novo Testamento bíblico, marido da mãe de Jesus Cristo. Segundo a tradição cristã, nasceu em Belém da Judéia, no século I a.C., era pertencente à tribo de Judá e descendente do rei Davi de Israel. No catolicismo, ele é considerado um santo e chamado de São José.
Segundo a tradição, José foi designado por Deus para se casar com a jovem Maria, mãe de Jesus, que era uma das consagradas do Templo de Jerusalém, e passou a morar com ela e sua família em Nazaré, uma localidade da Galileia. Segundo a Bíblia, era carpinteiro de profissão, ofício que teria ensinado seu filho.
São José é um dos santos mais populares da Igreja Católica, tendo sido proclamado "protetor da Igreja Católica Romana"; por seu ofício, "padroeiro dos trabalhadores" e, pela fidelidade a sua esposa, como "padroeiro das famílias", sendo também padroeiro de muitas igrejas e lugares do mundo.

CAPELA SÃO SEBASTIÃO - São Sebastião

São Sebastião nasceu em Narvonne, França, no final do século III, e desde muito cedo seus pais se mudaram para Milão, onde ele cresceu e foi educado. Seguindo o exemplo materno, desde criança São Sebastião sempre se mostrou forte e piedoso na fé.
Atingindo a idade adulta, alistou-se como militar, nas legiões do Imperador Diocleciano, que até então ignorava o fato de Sebastião ser um cristão de coração. A figura imponente, a prudência e a bravura do jovem militar, tanto agradaram ao Imperador, que este o nomeou comandante de sua guarda pessoal. Nessa destacada posição, Sebastião se tornou o grande benfeitor dos cristãos encarcerados em Roma naquele tempo. Visitava com freqüência as pobres vítimas do ódio pagão, e, com palavras de dádiva, consolava e animava os candidatos ao martírio aqui na terra, que receberiam a coroa de glória no céu.
Enquanto o imperador empreendia a expulsão de todos os cristãos do seu exército, Sebastião foi denunciado por um soldado. Diocleciano sentiu-se traído, e ficou perplexo ao ouvir do próprio Sebastião que era cristão. Tentou, em vão, fazer com que ele renunciasse ao cristianismo, mas Sebastião com firmeza se defendeu, apresentando os motivos que o animava a seguir a fé cristã, e a socorrer os aflitos e perseguidos.
O Imperador, enraivecido ante os sólidos argumentos daquele cristão autêntico e decidido, deu ordem aos seus soldados para que o matassem a flechadas. Tal ordem foi imediatamente cumprida: num descampado, os soldados despiram-no, o amarraram a um tronco de árvore e atiraram nele uma chuva de flechas. Depois o abandonaram para que sangrasse até a morte.
À noite, Irene, mulher do mártir Castulo, foi com algumas amigas ao lugar da execução, para tirar o corpo de Sebastião e dar-lhe sepultura. Com assombro, comprovaram que o mesmo ainda estava vivo. Desamarraram-no, e Irene o escondeu em sua casa, cuidando de suas feridas. Passado um tempo, já restabelecido, São Sebastião quis continuar seu processo de evangelização e, em vez de se esconder, com valentia apresentou-se de novo ao imperador, censurando-o pelas injustiças cometidas contra os cristãos, acusados de inimigos do Estado.
Diocleciano ignorou os pedidos de Sebastião para que deixasse de perseguir os cristãos, e ordenou que ele fosse espancado até a morte, com pauladas e golpes de bolas de chumbo. E, para impedir que o corpo fosse venerado pelos cristãos, jogaram-no no esgoto público de Roma.
Uma piedosa mulher, Santa Luciana, sepultou-o nas catacumbas. Assim aconteceu no ano de 287. Mais tarde, no ano de 680, suas relíquias foram solenemente transportados para uma basílica construída pelo Imperador Constantino, onde se encontram até hoje. Naquela ocasião, uma terrível peste assolava Roma, vitimando muitas pessoas. Entretanto, tal epidemia simplesmente desapareceu a partir do momento da transladação dos restos mortais desse mártir, que passou a ser venerado como o padroeiro contra a peste, fome e guerra.
As cidades de Milão, em 1575 e Lisboa, em 1599, acometidas por pestes epidêmicas, se viram livres desses males, após atos públicos suplicando a intercessão deste grande santo. São Sebastião é também muito venerado em todo o Brasil, onde muitas cidades o tem como padroeiro, entre elas, o Rio de Janeiro .

CAPELA SÃO SEBASTIÃO - Santa Rita


No dia 22 de maio celebramos a vida santa da esposa, mãe, viúva e depois religiosa : Santa Rita de Cássia que tornou-se popular pela sua intercessão em casos impossíveis.

Nascida em 1381 de uma pobre família que muito bem comunicou-lhe a riqueza que é viver o Evangelho.

Desde pequena manifestava sua grande devoção a Nossa Senhora, confiança na intercessão de São João Batista e de Santo Agostinho.

No coração de Santa Rita crescia o desejo da vida religiosa, porém foi casada pelos pais com Paulo Ferdinando, que de início aparentava de boa índole, porém começou a se mostrar grosseiro, violento e fanfarrão.

Santa Rita de Cássia grande intercessora sofreu muito com o esposo, até que este foi assassinado e acabou gerando nos dois filhos gêmeos grande revolta e vontade de vingança.

Santa Rita de Cássia se entregava constantemente a oração, e ao testemunho de caridade, tanto que perdoou o esposo e assassinos, mas infelizmente perdeu cedo os filhos.

Como viúva conseguiu a graça de entrar na vida religiosa. Chagada, e em meio a novas situações humanamente impossíveis, conseguiu superar com a graça de Deus todos os desafios pela santidade.

CAPELA SÃO SEBASTIÃO

CAPELA SÃO SEBASTIÃO - Santa Clara




Santa Clara de Assis (em italiano, Santa Chiara d'Assisi) nascida como Chiara d'Offreducci em Assis (Itália), no dia 16 de Julho de 1194, e falecida em Assis, no dia 11 de Agosto de 1253, foi a fundadora do ramo feminino da Ordem Franciscana.
Segundo a tradição, o seu nome vem de uma inspiração dada à sua religiosa mãe, de que haveria de ter uma filha que iluminaria o mundo.
Pertencia a uma nobre família e era dotada de grande beleza. Destacou-se desde cedo pela sua caridade e respeito para com os pequenos, tanto que, ao deparar-se com a pobreza evangélica vivida por São Francisco de Assis, foi tomada pela irresistível tendência religiosa de segui-lo.
Enfrentando a oposição da família, que pretendia arranjar-lhe um casamento vantajoso, aos dezoito anos Clara abandonou o seu lar para seguir Jesus mais radicalmente. Para isto foi ao encontro de São Francisco de Assis na Porciúncula e fundou o ramo feminino da Ordem Franciscana, também conhecido por "Damas Pobres" ou Clarissas. Viveu na prática e no amor da mais estrita pobreza.
O seu primeiro milagre foi em vida, demonstrando a sua grande fé. Conta-se que uma das irmãs da sua congregação havia saído para pedir esmolas para os pobres que iam ao mosteiro. Como não conseguiu quase nada, voltou desanimada e foi consolada por Santa Clara que lhe disse: "Confia em Deus!". Quando a santa se afastou, a outra freira foi pegar no embrulho que trouxera e não conseguiu levantá-lo, pois tudo havia se multiplicado.
Em outra ocasião, aquando da invasão de Assis pelos sarracenos, Santa Clara apanhou o cálice com hóstias consagradas e enfrentou o chefe deles, dizendo que Jesus Cristo era mais forte que eles. Os agressores, tomados de repente por inexplicável pânico, fugiram. Por este milagre é que Santa Clara segura o cálice na mão.
Um ano antes de sua morte em 1253, Santa Clara assistiu a Celebração da Eucaristia sem precisar sair do seu leito. Neste sentido é que é aclamada como protetora da televisão.

CAPELA SÃO SEBASTIÃO